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Você se lembra daquele poema de Fernando Pessoa que líamos na escola?
Havia um verso: 'Tudo vale a pena se a alma não é pequena.' Agora há pouco, passando pelo portão da escola, cruzei com alguns estudantes.
Eles conversavam sobre as aulas de amanhã. Naquele momento, aqueles versos ganharam novo significado.
Lembro como nosso professor explicava essa passagem: só valorizamos o presente quando ele se torna passado.
Últimamente, todos compartilham versos de Carlos Drummond, e não sei como descrever aquela sensação na esquina.
Na juventude, víamos em 'No Meio do Caminho' apenas uma pedra. Agora entendo a profundidade de 'tinha uma pedra no meio do caminho.'
Naquele tempo, acreditávamos que a juventude era eterna. Hoje compreendo o valor de 'E agora, José?'
Como escreveu Vinícius: 'A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida.'
Cecília Meireles escreveu: 'O tempo cobre o chão de verde manto.'
De noite, quando as lembranças da infância surgem de repente, como ondas do tempo,
Percebo que aqueles quarenta e cinco minutos de aula eram sua vida épica,
Seus sonhos não realizados, seus pesares não ditos, seu destino inacabado.
Assim, todas essas verdades profundas,
Os caminhos que devemos percorrer,
Já estavam escritos em seus versos,
E nos tornamos o eco vivo de suas palavras,
Embora na época tudo parecesse comum.
Havia um verso: 'Tudo vale a pena se a alma não é pequena.' Agora há pouco, passando pelo portão da escola, cruzei com alguns estudantes.
Eles conversavam sobre as aulas de amanhã. Naquele momento, aqueles versos ganharam novo significado.
Lembro como nosso professor explicava essa passagem: só valorizamos o presente quando ele se torna passado.
Últimamente, todos compartilham versos de Carlos Drummond, e não sei como descrever aquela sensação na esquina.
Na juventude, víamos em 'No Meio do Caminho' apenas uma pedra. Agora entendo a profundidade de 'tinha uma pedra no meio do caminho.'
Naquele tempo, acreditávamos que a juventude era eterna. Hoje compreendo o valor de 'E agora, José?'
Como escreveu Vinícius: 'A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida.'
Cecília Meireles escreveu: 'O tempo cobre o chão de verde manto.'
De noite, quando as lembranças da infância surgem de repente, como ondas do tempo,
Percebo que aqueles quarenta e cinco minutos de aula eram sua vida épica,
Seus sonhos não realizados, seus pesares não ditos, seu destino inacabado.
Assim, todas essas verdades profundas,
Os caminhos que devemos percorrer,
Já estavam escritos em seus versos,
E nos tornamos o eco vivo de suas palavras,
Embora na época tudo parecesse comum.
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